Um olhar (que se pretende) diferente sobre as coisas, num mundo em que muitas vezes nos sujeitamos à ditadura do politicamente correto. Não diferente só por ser diferente mas por ser pertinente.
24 de Fevereiro de 2015

Hoje foi dia de ordenhar as vacas.

Houve greve de metro em Lisboa. Mais uma. Ainda mais grave quando as redundâncias dos transportes públicos diminuiram o que aumenta o incómodo causado mesmo não sendo uma greve geral de transportes.

Há uns anos atrás impingiram-nos os parquímetros (agora designados parcómetros) em zonas que anteriormente eram espaço público gratuíto. As zonal EMEL não param de aumentar. Venderam-nos a ideia que era para incentivar a utilização dos transportes públicos e tirar carros da cidade. Acontece que, em dias de greve de transportes públicos, as pessoas que trabalham (incluindo os do prividado que nunca na vida fizeram uma greve apesar de terem razões de queixa), os utentes dos hospitais (no caso extremo os doentes em tratamentos como p. ex. quimioterapia), os estudantes que chumbam por faltas,  entre outros, nestes dias, têm  pagar para poder ir trabalhar ou ao hospital. É compreensível que se cobre parquímetros (e coimas) em lisboa em dia de greve de transportes? É para isto que pagamos aos nossos governantes? A única maneira de resolverem os problemas é taxarem-nos?

publicado por urreivainu às 13:03
mais sobre mim
Fevereiro 2015
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
26
27
28
pesquisar neste blog