Um olhar (que se pretende) diferente sobre as coisas, num mundo em que muitas vezes nos sujeitamos à ditadura do politicamente correto. Não diferente só por ser diferente mas por ser pertinente.
28 de Fevereiro de 2014

E depois há aquelas que vão para além....

 

 

Fim (quando eu morrer)

Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!

Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro.

Música: João Gil
Letra: Mário de  Carneiro
In: "Terra Firme" 87

"Sepes" 1986

 

 

 

 

publicado por urreivainu às 11:09
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