Um olhar (que se pretende) diferente sobre as coisas, num mundo em que muitas vezes nos sujeitamos à ditadura do politicamente correto. Não diferente só por ser diferente mas por ser pertinente.
11 de Setembro de 2014

A essência do conhecimento consiste em aplicá-lo uma vez possuído. 

 

Confúcio.

 

Ou desconstruindo um pouco, o conhecimento só tem valor se o usarmos, caso contrário...

publicado por urreivainu às 18:15
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04 de Setembro de 2014

Notícia do Correio da Manhã:

"A PSP de Lisboa informou esta quarta-feira que deteve uma mulher de 38 anos suspeita do crime de burla qualificada, no Parque das Nações.
Segundo a força policial, a detida fez-se passar por jurista e gestora de negócios de uma empresa moçambicana e alugou quartos em hotéis durante alguns dias, efetuando despesas superiores a 12 mil euros, além de que contratou um motorista privado a uma empresa, também burlada em 5900 euros.
A suspeita já se encontra referenciada desde julho de 2013, altura em que terá burlado um empresário de Vila Verde, em Braga, solicitando a prestação de serviços para o próprio casamento, no valor de oito mil euros. De acordo com a polícia, em agosto de 2010, na zona de Algés (Oeiras), valendo-se da suposta função de empregada doméstica, a detida terá também lesado uma mulher de 91 anos em cerca de 89 mil euros, furtando da residência peças de decoração, acessórios de ourivesaria e outros valores.

A mulher, detida na terça-feira, ficou sujeita a termo de identidade e residência."

Espera... Um burlão é uma pessoa exímia a mentir, a enganar, um mestre da ilusão e do logro. E vai respeitar uma medida de termo de identidade e residência??? Estamos à espera que fuja para voltarmos a gastar recursos em nova detenção e nova audiência? Porque não fica já detida? E os próximos que burlar pelo simples facto de estar em liberdade, não terão direito a ser ressarcidos por um estado que teve a burlona na sua custódia e a libertou? Podia ter evitado a continuação dos atos e não o fez? Andamos a pagar demasiado para sermos tão mal servidos. Seja por causa de quem faz a leis, seja por quem as aplica... Porra, se peço um café numa pastelaria não quero recebê-lo só à 3ª tentativa depois de o pagar 3 vezes...

 

publicado por urreivainu às 11:26
02 de Setembro de 2014

Acho que todos nós, muitas vezes, vemos o que queremos. Nomeadamente que antigamente é que era, havia mais respeito e as coisas eram melhores. Esta reportagem é engraçada. cheia de deferências balofas e elogios vazios. Portugal era em 1903 um país onde apenas cerca de 20% das pessoas sabiam ler. Tinha das mais altas taxas de pobreza europeias, excelentes recursos que não utilizava e uma economia grandemente assente numa agricultura de subsistência onde muitas pessoas trabalhavam (serviam) meramente a troco de comida e tecto.

http://150anos.dn.pt/2014/08/20/a-visita-de-eduardo-vii-ao-seu-primo-d-carlos/
publicado por urreivainu às 18:15
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